Em solenidade marcada pela transparência e pelo compromisso com a eficiência pública, o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) realizou, nesta segunda-feira (27), no auditório da instituição, a apresentação dos resultados relativos aos primeiros 100 dias de gestão do biênio 2026–2027. O marco temporal das metas planejadas foi atingido oficialmente em 10 de abril, e o evento serviu para consolidar as entregas das unidades administrativas e da Escola da Magistratura do Estado de Rondônia (Emeron).
O encontro reuniu magistrados e magistradas, secretários e secretárias, diretores e diretoras de departamentos e servidores e servidoras para um balanço das ações estratégicas iniciadas em janeiro. Durante as apresentações, ficou evidente o alinhamento entre as diretrizes da Presidência e a execução técnica das unidades, com foco na modernização dos serviços e no fortalecimento da cidadania.
Emeron: educação e inovação em números
A Escola da Magistratura apresentou um portfólio de ações realizadas nos primeiros meses de gestão. Entre os destaques, foram pontuados a abertura do ano acadêmico com foco em inovação e tecnologia, a implementação de novos fluxos de governança e o lançamento de projetos de impacto social, como o "Emeron pela Alfabetização".
As apresentações demonstraram que a Escola não apenas cumpriu o cronograma pedagógico previsto, mas avançou na integração com a sociedade e no uso de metodologias ativas para a formação de magistrados, magistradas, servidores e servidoras.
Visão da Presidência
O presidente do TJRO, desembargador Alexandre Miguel, enfatizou a importância do planejamento estratégico para que o Judiciário rondoniense continue sendo referência nacional em produtividade e transparência.
"100 dias, um número que por si só não tem significado jurídico, normativo ou institucional. Não está no regimento interno, não está na Constituição do Estado, não está em nenhuma resolução do CNJ. Mas tem o significado que toda liderança reconhece", ressaltou o desembargador.
Para o diretor da Emeron, desembargador Gilberto Barbosa, os 100 dias representam a fundação de um biênio que busca humanizar o ensino jurídico e fortalecer o papel social da Escola.
"A Escola da Magistratura insere-se nesse cenário como instrumento estratégico dessa transformação. Temos a compreensão de que não há modernização institucional sem investimento em formação. Não há inovação sem conhecimento. E, acima de tudo, não há justiça de qualidade sem magistrados, magistradas, servidoras e servidores preparados para os desafios contemporâneos, inclusive aqueles que exigem sensibilidade social e compromisso com a liberdade humana", afirmou o desembargador.
O evento encerrou-se com a reafirmação das metas para o restante de 2026.