
O Laboratório de Inovação Gênesis (Labin), da Escola da Magistratura do Estado de Rondônia (Emeron), realizou a primeira oficina do Grupo de Trabalho Penas Pecuniárias, criado para analisar o fluxo de gestão, execução e prestação de contas desses recursos e identificar oportunidades de melhoria no processo.
A atividade teve como objetivo alinhar o entendimento dos integrantes do grupo sobre o funcionamento do processo e identificar os desafios enfrentados ao longo das diferentes etapas. Para isso, o Labin utilizou metodologias de inovação e construção colaborativa, criando um espaço para que os participantes compartilhassem experiências, percepções e dificuldades relacionadas ao fluxo atual.
Durante a oficina, foram identificados os principais atores envolvidos no processo, os desafios de cada etapa e as consequências dos pontos de atenção levantados. A partir desse diagnóstico, o grupo construiu uma visão do cenário desejado e definiu uma pergunta orientadora para as próximas etapas do trabalho:
"Como podemos fazer com que unidades gestoras e instituições saibam, a tempo, o que precisam fazer e quando, para que a prestação de contas seja concluída no prazo?"
Construção colaborativa
A atuação do Labin, neste momento, está voltada à organização das informações e à facilitação do processo de construção conjunta. A proposta é compreender o problema de forma ampla e identificar oportunidades de melhoria antes da definição de possíveis soluções.
Com a conclusão da primeira oficina, está prevista uma nova etapa de trabalho, que contará ainda com a participação do Núcleo Psicossocial (Nups). O grupo dará continuidade às discussões a partir dos pontos levantados na primeira oficina.
A iniciativa reforça o papel da Emeron, por meio do Labin, no apoio à inovação e ao aprimoramento dos processos do Poder Judiciário de Rondônia, promovendo espaços de diálogo, escuta e construção colaborativa entre as áreas envolvidas.
Fonte: Ascom/Emeron
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